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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Vídeo mostra alunas brigando em escola de João Pessoa

Mais um caso de violência em uma escola, envolvendo alunas. Um vídeo está circulando na internet onde três alunas brigam por causa de um suposto namorado.

A briga aconteceu em um dos corredores da Escola Estadual Pedro Augusto Porto Caminha, no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa.

Além da agressão entre as adolescentes, o que chama a atenção nas imagens é o comportamento dos colegas. Eles assistem a tudo, sem intervir.

De acordo com o repórter Emerson Machado, Tv Correio, a diretora da escola Maria Nery, comunicou o problema foi solucionado na unidade, sem que seja necessária a intervenção de autoridades policiais.

Portal Correio

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Chineses são presos com pedras preciosas na BR-101

A Polícia Rodoviária Federal, apreendeu na agora pouco vários produtos importados, entre eles embalagens contendo pedras preciosas.

A apreensão foi no Posto da PRF de Mata Redonda, km 107 da BR-101, município de Alhandra, mediante fiscalização de rotina, quando foi parada uma Van Topic, ocupada por duas pessoas de nacionalidade chinesa, e que estava carregada com mídias de DVD/CD, rádios portáteis, diversos equipamentos eletrônicos, adaptadores USB, cabos para produtos de informática, bolsas femininas, carregadores de baterias para celular e algumas embalagens contendo pedras preciosas.

As pedras foram identificadas como diamantes, topázios, turmalinas entre outras. Ainda não se sabe que as pedras são verdadeiras.

Toda mercadoria ainda esta sendo contada e catalogada. A ocorrência será encaminha para Polícia Federal.

Da PRF

Lutador morre após receber nocaute durante competição

Vinícius Fonseca Santana, de 25 anos, sofreu uma lesão na cabeça durante um golpe na luta. Ele, que morreu após ficar internado em estado grave, lutava boxe há oito meses e estava na sua primeira participação em uma competição.

Do R7.com Vídeos

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Estudante da UFCG morre em acidente no Sertão

Jovem morta no acidente
Jovem morta no acidente

A estudante da Universidade Federal de Campina Grande ( UFCG) Samara Cristina Medeiros, 23 anos, morreu após se envolver em um acidente na BR 230, nas proximidades da cidade de Aparecida, Sertão da Paraíba. Ela estava internada e faleceu neste domingo (14) no Hospital Regional de Sousa.

Samara cursava o 5° período de Ciências Contábeis na UFCG, campus de Sousa.

A vítima era ocupante do veículo Voyagem preto, que era conduzido por seu esposo, Hebert Petrúcio de Abrantes. Eles vinham de João Pessoa com destino a Sousa.

Segundo informações da Polícia, o pneu do veículo teria estourado e com o incidente colidiu violentamente com um carro Fiat Uno, prata, placa NPY 5789.

No impacto, Samara Cristina Medeiro ficou gravemente ferida. Ela ainda foi socorrida para o hospital, mas morreu momentos depois.

O filho da estudante – que também estava no automóvel - e Hebert Petrúcio sofreram apenas arranhões leves. O motorista do Fiat saiu ileso do acidente.











Folha do Sertão

Pescador joga gasolina e ateia fogo em colega

O pescador José Coelho Viana, 67 anos, jogou gasolina e ateou fogo em seu colega, o também pescador Roberto Rivelino da Silva, 39. O atentado aconteceu esta tarde no Distrito de Engenheiro Ávido (Boqueirão), na zona rural de Cajazeiras.

Imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa

Já em chamas, Roberto se agarrou a José Coelho Viana, que também sofreu queimaduras graves.

Os dois foram socorridos por uma unidade do Samu da cidade, que levou os pescadores para o Hospital Regional de Cajazeiras.

Em estado grave, Roberto está sendo transferido para João Pessoa.

José Coelho responderá por tentativa de homicídio. A polícia não divulgou, porém, o que motivou o atentado.

Fonte: Sertão Informado

Adriana Bezerra

Delegacia apura ataque de preso a carcereiro que terminou com um morto e dois policiais feridos

A 2ª Delegacia Regional de Campina Grande já tomou as providências cabíveis para apurar o fato ocorrido na Central de Polícia na noite de domingo (14), em que um preso morreu e dois policiais ficaram feridos.

Severino Jenuíno da Silva estava detido na Central de Polícia desde a última quarta-feira (10), quando foi preso por porte ilegal de arma. Ele também era fugitivo do presídio Serrotão, e principal suspeito de uma tentativa de latrocínio contra um empresário de Campina Grande, tendo sido reconhecido pela vítima.

De acordo com o delegado regional Wagner Dorta e com base no relato de testemunhas, por volta das 19h00 de domingo, o preso teria aproveitado o momento em que recebia o jantar para atacar o carcereiro com um estilete, tomando-lhe a arma e atirando duas vezes contra ele. Em seguida, efetuou disparos contra os demais policiais que vieram em socorro do carcereiro.

Numa reação legítima, houve troca de tiros e Severino Jenuíno foi contido pela polícia. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu a caminho do hospital. Os dois policiais feridos foram encaminhados ao Hospital de Trauma de Campina Grande e o estado de saúde deles é regular.

“A polícia teve uma reação legítima, em socorro do carcereiro e para conter a ação do criminoso. Apesar do incidente, os policiais agiram de forma rápida e evitaram que outras pessoas ficassem feridas”, enfatizou o delegado regional Wagner Dorta.

A perícia foi ao local e encontrou a arma artesanal, possivelmente confeccionada com uma colher. A polícia também investiga se o preso recebia ameaças de morte.

“Nós tivemos a informação de que ele estava sendo ameaçado de morte no Serrotão e que tinha vários inimigos, por isso, estaria fazendo de tudo para fugir. Um fato lamentável, mas que será apurado com transparência”, concluiu o delegado Wagner Dorta.

Da Secom da PB

sábado, 13 de agosto de 2011

Disque-Denúncia no RJ já recebeu 53 informações sobre morte de juíza

Maioria das informações é sobre possíveis autores do crime, diz central.
Juíza Patrícia Acioli foi morta a tiros na porta de casa, em Niterói.

Do G1 RJ


O Disque-Denúncia já recebeu, até as 18h10 deste sábado (13), 53 informações sobre o assassinato da juíza Patricia Acioli, na madrugada de sexta-feira (12), em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Segundo a central, a maioria das informações é sobre possíveis autores do crime.

O serviço funciona 24 horas por dia e o anonimato é garantido. As denúncias podem ser feitas pelo telefone (21) 2253-1177.

A juíza Patricia Acioli foi assassinada na porta de casa, em Niterói, na Região Metropolitana. Segundo o delegado titular da Divisão de Homicidio, Felipe Ettore, ela foi atingida por 21 tiros: "A juíza sofreu uma emboscada, foi alvejada por 21 disparos e agora estamos investigando o autor e o mandante da execução", disse ele.

Pela manhã, a chefe de Polícia Civil do Rio, delegada Martha Rocha, esteve por cerca de três horas na Divisão de Homicídios, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, reunida com investigadores para acompanhar as novidades sobre o caso. No entanto, ao deixar a DH, a delegada afirmou que este é um momento de silêncio e objetividade nas investigações

"A nossa presença hoje foi para continuar conversando com o Dr. Felipe (Ettore), que investiga o caso, e só dizer que esse é o momento de trabalhar, de silêncio para analisar todas as informações e trata-las com coerência, com cuidado. Por isso o silêncio é importante", afirmou.

O delegado Felipe Ettore também preferiu não dar detalhes sobre a linha de investigação da polícia. O presidente da Associação de Magistrados do Brasil, desembargador Nelson Calandra, também esteve na DH. Em breves palavras, ele criticou o sistema penal brasileiro.

"A juíza Patrícia Acioli é uma vítima da covardia de organizações criminosas e de um sistema processual penal onde sua excelência é o réu e não o juiz, onde as pessoas cometem um crime de morte e saem pela porta da frente, junto com a família da vítima”, disse o desembargador.

E completou: "Não há um sistema de segurança para toda a magistratura brasileira que deve ser traçado pelo Ministério do Trabalho. O ministério tem obrigação de nos dar apoio logístico necessário. O que fazemos em tribunais de todo o Brasil é tirar o policial combatente na rua e colocar no nosso corpo de segurança. Uma coisa é combater a criminalidade na rua, outra coisa é garantir a segurança de juízes. A dor da associação é profunda, mas nossa indignação é maior. Vamos tomar providências seriíssimas", disse Calandra.

Pelo menos 18 pessoas já foram ouvidas sobre o crime. Entre as testemunhas, o namorado da juíza, o Policial Militar Marcelo Poubel, que falou durante mais de 6h na DH.

Enterro da juíza Patrícia Acioli (Foto: Wilton Júnior/Agência Estado)Enterro em Niterói reuniu centenas de pessoas
(Foto: Wilton Júnior/Agência Estado)

Morta com 21 tiros
Patricia assassinada na madrugada de sexta-feira (12), na porta de casa, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Ela foi atingida por 21 tiros, segundo o delegado titular da Divisão de Homicídio, Felipe Ettore.

"A juíza sofreu uma emboscada, foi alvejada por 21 disparos e agora estamos investigando o autor e o mandante da execução", disse. Segundo Ettore, 60% do efetivo da DH trabalha na investigação. Segundo investigadores, os dois calibres das armas usadas no crime (.40 e .45) são de uso restrito da polícia. O corpo de Patrícia foi enterrado na tarde de sexta-feira.

Marcada para morrer
O nome de Patrícia estava em uma lista de doze pessoas marcadas pra morrer, segundo investigadores. O documento foi encontrado com Wanderson da Silva Tavares, o Gordinho, acusado de ser chefe de uma milícia em São Gonçalo, preso em janeiro deste ano em Guarapari, no Espírito Santo.

De acordo com fontes da polícia, nos últimos dez anos a juíza foi responsável pela prisão de cerca de 60 policiais ligados a milícias e a grupos de extermínio.

Em setembro do ano passado, seis suspeitos, ente eles quatro policiais militares, foram presos. Segundo as investigações, todos faziam parte de um grupo envolvido no assassinato de 11 pessoas em São Gonçalo. A juíza Patricia Acioli foi quem expediu os mandados de prisão.

Ela trabalhava na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo e tem um histórico de condenações contra criminosos que atuam na cidade, como quadrilhas que agem na adulteração de combustíveis e no transporte alternativo, entre outros crimes.

Escolta
Segundo o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, Patrícia nunca pediu escolta, mas, por iniciativa do Tribunal, teve proteção intensa de 2002 a 2007, com três policiais fazendo a sua segurança 24 horas por dia.

Em 2007, o Departamento de Segurança Institucional do TJ avaliou o caso e verificou que não havia mais necessidade de segurança intensa. O TJ colocou, então, à disposição da juíza um policial para fazer sua segurança.

Mas, segundo ele, a juíza dispensou a proteção. O presidente disse ainda que é muito comum os juízes pediram para serem liberados da segurança porque ela interfere na liberdade dos magistrados.

O presidente disse ainda que, tão logo os assassinos sejam identificados, serão enviados para presídios federais fora do estado do Rio. Rebêlo informou também que está criando uma comissão de três juízes para assumir a 4ª Vara Criminal de São Gonçalo. O grupo dará andamento aos processos contra as milícias e máfias de transporte ilegal.

Mapa crime juíza Niterói (Foto: Arte/G1)

Rebêlo explicou que a iniciativa de reduzir ou retirar a escolta de um juiz "não é feita em cima da perna". Segundo ele, é resultado de um estudo minucioso, com base numa série de diligências e informações.

AMB e OAB
O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros falou sobre a escolta da juíza. "Esta juíza, ela foi ameçada, andou com escolta e depois que casou com um PM dispensou a escolta. Ela é mulher, tem 3 filhos, andar com agentes é uma situação que pode ter causado incômodo", explicou.

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, afirmou que o crime "foi uma barbaridade contra um ser humano e, sobretudo, contra a Justiça brasileira e o Estado de Direito". Ele exigiu rigorosa apuração do crime e punição dos culpados.

'Crime encomendado', diz primo da vítima
Patrícia Acioli era considerada uma profissional 'linha dura'. Para o primo da vítima, Humberto Nascimento, não há dúvidas que se trata de uma execução.

"A Patrícia recebia ameaça. Há pelo menos 5 anos ela vinha sendo ameaçada. Ela era considerada uma juíza linha dura, martelo pesado que chama, com condenação sempre na pena máxima. Ela estava assim tão despreocupada que o carro dela não é blindado, (a casa) também não tem portão eletrônico, quer dizer ela iria sair do carro de qualquer maneira para abrir. Então já era uma coisa encomendada, foi coisa de profissional", disse o primo da vítima, Humberto Nascimento, à Globonews.

G1 RJ

Ônibus sentido CG - JP cai em buraco, apesar do susto ninguém saiu ferido; fotos

Passageiros de um ônibus da empresa Real Bus levaram um grande susto por volta das 17h deste sábado (13). O veículo caiu em um buraco quando trafegava pelo acesso Oeste em João Pessoa, nas proximidades do bairro dos Novais.

bus

De acordo com o motorista do ônibus, Oswaldo Vieira, os passageiros saíram da cidade de Campina Grande em direção a Capital paraibana.

Ainda segundo Oswaldo, não houve tempo para desviar do buraco, provocados por obras de expansão de uma empresa particular de gás natural.

Um dos responsáveis pela empresa Real Bus em João Pessoa, Luís Reis esteve no local e providenciou um outro veículo para conduzir os cerca de 40 passageiros até o destino final da viagem, a rodoviária de João Pessoa.

bua


Um carro reboque está no local, tentando retirar o veículo danificado de placa MNX - 9673. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

Pollyana Sorrentino








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