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sábado, 13 de agosto de 2011

Disque-Denúncia no RJ já recebeu 53 informações sobre morte de juíza

Maioria das informações é sobre possíveis autores do crime, diz central.
Juíza Patrícia Acioli foi morta a tiros na porta de casa, em Niterói.

Do G1 RJ


O Disque-Denúncia já recebeu, até as 18h10 deste sábado (13), 53 informações sobre o assassinato da juíza Patricia Acioli, na madrugada de sexta-feira (12), em Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Segundo a central, a maioria das informações é sobre possíveis autores do crime.

O serviço funciona 24 horas por dia e o anonimato é garantido. As denúncias podem ser feitas pelo telefone (21) 2253-1177.

A juíza Patricia Acioli foi assassinada na porta de casa, em Niterói, na Região Metropolitana. Segundo o delegado titular da Divisão de Homicidio, Felipe Ettore, ela foi atingida por 21 tiros: "A juíza sofreu uma emboscada, foi alvejada por 21 disparos e agora estamos investigando o autor e o mandante da execução", disse ele.

Pela manhã, a chefe de Polícia Civil do Rio, delegada Martha Rocha, esteve por cerca de três horas na Divisão de Homicídios, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, reunida com investigadores para acompanhar as novidades sobre o caso. No entanto, ao deixar a DH, a delegada afirmou que este é um momento de silêncio e objetividade nas investigações

"A nossa presença hoje foi para continuar conversando com o Dr. Felipe (Ettore), que investiga o caso, e só dizer que esse é o momento de trabalhar, de silêncio para analisar todas as informações e trata-las com coerência, com cuidado. Por isso o silêncio é importante", afirmou.

O delegado Felipe Ettore também preferiu não dar detalhes sobre a linha de investigação da polícia. O presidente da Associação de Magistrados do Brasil, desembargador Nelson Calandra, também esteve na DH. Em breves palavras, ele criticou o sistema penal brasileiro.

"A juíza Patrícia Acioli é uma vítima da covardia de organizações criminosas e de um sistema processual penal onde sua excelência é o réu e não o juiz, onde as pessoas cometem um crime de morte e saem pela porta da frente, junto com a família da vítima”, disse o desembargador.

E completou: "Não há um sistema de segurança para toda a magistratura brasileira que deve ser traçado pelo Ministério do Trabalho. O ministério tem obrigação de nos dar apoio logístico necessário. O que fazemos em tribunais de todo o Brasil é tirar o policial combatente na rua e colocar no nosso corpo de segurança. Uma coisa é combater a criminalidade na rua, outra coisa é garantir a segurança de juízes. A dor da associação é profunda, mas nossa indignação é maior. Vamos tomar providências seriíssimas", disse Calandra.

Pelo menos 18 pessoas já foram ouvidas sobre o crime. Entre as testemunhas, o namorado da juíza, o Policial Militar Marcelo Poubel, que falou durante mais de 6h na DH.

Enterro da juíza Patrícia Acioli (Foto: Wilton Júnior/Agência Estado)Enterro em Niterói reuniu centenas de pessoas
(Foto: Wilton Júnior/Agência Estado)

Morta com 21 tiros
Patricia assassinada na madrugada de sexta-feira (12), na porta de casa, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Ela foi atingida por 21 tiros, segundo o delegado titular da Divisão de Homicídio, Felipe Ettore.

"A juíza sofreu uma emboscada, foi alvejada por 21 disparos e agora estamos investigando o autor e o mandante da execução", disse. Segundo Ettore, 60% do efetivo da DH trabalha na investigação. Segundo investigadores, os dois calibres das armas usadas no crime (.40 e .45) são de uso restrito da polícia. O corpo de Patrícia foi enterrado na tarde de sexta-feira.

Marcada para morrer
O nome de Patrícia estava em uma lista de doze pessoas marcadas pra morrer, segundo investigadores. O documento foi encontrado com Wanderson da Silva Tavares, o Gordinho, acusado de ser chefe de uma milícia em São Gonçalo, preso em janeiro deste ano em Guarapari, no Espírito Santo.

De acordo com fontes da polícia, nos últimos dez anos a juíza foi responsável pela prisão de cerca de 60 policiais ligados a milícias e a grupos de extermínio.

Em setembro do ano passado, seis suspeitos, ente eles quatro policiais militares, foram presos. Segundo as investigações, todos faziam parte de um grupo envolvido no assassinato de 11 pessoas em São Gonçalo. A juíza Patricia Acioli foi quem expediu os mandados de prisão.

Ela trabalhava na 4ª Vara Criminal de São Gonçalo e tem um histórico de condenações contra criminosos que atuam na cidade, como quadrilhas que agem na adulteração de combustíveis e no transporte alternativo, entre outros crimes.

Escolta
Segundo o presidente do Tribunal de Justiça do Rio, Manoel Alberto Rebêlo dos Santos, Patrícia nunca pediu escolta, mas, por iniciativa do Tribunal, teve proteção intensa de 2002 a 2007, com três policiais fazendo a sua segurança 24 horas por dia.

Em 2007, o Departamento de Segurança Institucional do TJ avaliou o caso e verificou que não havia mais necessidade de segurança intensa. O TJ colocou, então, à disposição da juíza um policial para fazer sua segurança.

Mas, segundo ele, a juíza dispensou a proteção. O presidente disse ainda que é muito comum os juízes pediram para serem liberados da segurança porque ela interfere na liberdade dos magistrados.

O presidente disse ainda que, tão logo os assassinos sejam identificados, serão enviados para presídios federais fora do estado do Rio. Rebêlo informou também que está criando uma comissão de três juízes para assumir a 4ª Vara Criminal de São Gonçalo. O grupo dará andamento aos processos contra as milícias e máfias de transporte ilegal.

Mapa crime juíza Niterói (Foto: Arte/G1)

Rebêlo explicou que a iniciativa de reduzir ou retirar a escolta de um juiz "não é feita em cima da perna". Segundo ele, é resultado de um estudo minucioso, com base numa série de diligências e informações.

AMB e OAB
O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros falou sobre a escolta da juíza. "Esta juíza, ela foi ameçada, andou com escolta e depois que casou com um PM dispensou a escolta. Ela é mulher, tem 3 filhos, andar com agentes é uma situação que pode ter causado incômodo", explicou.

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil, Ophir Cavalcante, afirmou que o crime "foi uma barbaridade contra um ser humano e, sobretudo, contra a Justiça brasileira e o Estado de Direito". Ele exigiu rigorosa apuração do crime e punição dos culpados.

'Crime encomendado', diz primo da vítima
Patrícia Acioli era considerada uma profissional 'linha dura'. Para o primo da vítima, Humberto Nascimento, não há dúvidas que se trata de uma execução.

"A Patrícia recebia ameaça. Há pelo menos 5 anos ela vinha sendo ameaçada. Ela era considerada uma juíza linha dura, martelo pesado que chama, com condenação sempre na pena máxima. Ela estava assim tão despreocupada que o carro dela não é blindado, (a casa) também não tem portão eletrônico, quer dizer ela iria sair do carro de qualquer maneira para abrir. Então já era uma coisa encomendada, foi coisa de profissional", disse o primo da vítima, Humberto Nascimento, à Globonews.

G1 RJ

Ônibus sentido CG - JP cai em buraco, apesar do susto ninguém saiu ferido; fotos

Passageiros de um ônibus da empresa Real Bus levaram um grande susto por volta das 17h deste sábado (13). O veículo caiu em um buraco quando trafegava pelo acesso Oeste em João Pessoa, nas proximidades do bairro dos Novais.

bus

De acordo com o motorista do ônibus, Oswaldo Vieira, os passageiros saíram da cidade de Campina Grande em direção a Capital paraibana.

Ainda segundo Oswaldo, não houve tempo para desviar do buraco, provocados por obras de expansão de uma empresa particular de gás natural.

Um dos responsáveis pela empresa Real Bus em João Pessoa, Luís Reis esteve no local e providenciou um outro veículo para conduzir os cerca de 40 passageiros até o destino final da viagem, a rodoviária de João Pessoa.

bua


Um carro reboque está no local, tentando retirar o veículo danificado de placa MNX - 9673. Apesar do susto, ninguém ficou ferido.

Pollyana Sorrentino








Portal Correio


Pai confessa ter encomendado morte da filha por R$ 500 no RS

Um homem de 47 anos foi preso após confessar nessa quinta-feira ter ordenado o assassinato da filha, a estudante de Educação Física, Ketlin Bortolosso, 18 anos, no município de Gaurama (RS), a 443 km de Porto Alegre. Em depoimento, Genoir Bortolosso relatou ter pago R$ 500 a um criminoso, que executou a jovem na última quarta. O autor dos disparos, de identidade ainda não confirmada, foi detido nesta sexta.

No interrogatório, o pai da vítima justificou o crime ao afirmar que tinha constantes desentendimentos com a filha e não queria mais pagar pensão. A polícia, no entanto, apura outra hipótese: o homem teria interesse em ganhar dinheiro de um suposto seguro de vida.

O pai também admitiu que, no dia do crime, buscou a filha na casa dela e convidou ela para aprender a dirigir, com o objetivo de matá-la. Minutos depois, o homem simulou ter tido um problema mecânico em uma estrada de chão de Gaurama, no ponto onde o executor aguardava a vítima. Em seguida, Ketlin desceu do carro e o pai arrancou o veículo. Seis disparos foram efetuados contra ela.

"O pai teria inclusive abraçado a Ketlin no momento em que foi buscá-la para ela ser entregue ao matador", disse o delegado responsável pelo caso, Gerson Fraga. A polícia obteve relatos de testemunhas que ajudaram agentes a realizar as prisões.

Terra

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Empresária sofre seqüestro relâmpago em Tambaú

Uma empresária sofreu sequestro relâmpago, na noite desta sexta-feira (12), por volta das 19h30, em frente a padaria Bonfim, no bairro de Tambaú, em João Pessoa.

A empresária Lúcia Barbosa foi sequestrada, quando estava entrando em seu veículo e dois bandidos anunciaram o sequestro, pedindo que ela entrasse dentro do seu carro. Eles a levaram em direção a orla da Capital.

A vítima ficou em poder dos sequestradores por mais de 30 minutos. Eles conseguiram levar a bolsa com documentos e dinheiro, além do celular. Os bandidos não sabiam dirigir o carro e o abandonou, junto com a empresária na orla.

Ela foi encaminhada para um hospital da Capital, em estado de choque.



Priscila Andrade, com informações de Emerson Machado, da Tv Correio

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Tiroteio mata um e fere outro em Sapé


Um tiroteio assustou os moradores do município de Sapé, deixando uma pessoa morta e outra ferida.

De acordo com as primeiras informações da 3ª Companhia de Sapé, dois homens em uma bicicleta chegaram e dispararam diversos tiros em dois jovens.

Cleiton Rayan da Silva, de 20 anos, devido a gravidade dos ferimentos morreu no local.

Já um outro jovem que ainda está sem identificação foi socorrido com vida para o hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena na Capital.

A vítima baleada
A vítima baleada (Foto: Emerson Machado

Priscila Andrade

Portal Correio

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Homens invadem velório e provocam tiroteio causando pânico e correria

Um fato surpreendente aconteceu na noite desta terça-feira (9) no Bairro de Mandacaru, em João Pessoa, no velório de um pescador que havia sido assassinado há pouco mais de 10 horas.

tiroteio velorio
Marcas de tiro nas paredes

O velório foi invadido por homens armados que fizeram vários disparos causando pânico e correria entre os familiares e amigos que prestavam uma última homenagem ao morto.

De acordo com informações da Polícia, o pescador de prenome José, teria sido vítima da rivalidade entre gangues da comunidade Porto de João Tota, e que os mesmos executores dele podem ter invadido o velório para matar familiares ou membros de gangue rival.

tiroteio velorio
Corpo do pescador

Por sorte ninguém ficou ferido, mas a Polícia teve que permanecer no local para evitar novos ataques e permitir que o corpo do pescador fosse velado por vizinhos, parentes e amigos.

A mulher da vítima informou ao repórter Jaimacy Andrade, da TV Correio que esteve no local do crime, que Seu José não tinha envolvimento com gangues e não sabe por que o marido foi morto.

Veja a matéria de Jaimacy Andrade.

Da Redação, com informações de Jaimacy Andrade, da TV Correio

domingo, 7 de agosto de 2011

Agricultor é preso após matar adolescente e jogar corpo em rio no Sertão

O adolescente Michael Jackson Carneiro Vilar, de apenas 14 anos foi morto por estrangulamento e jogado dentro de um rio. O menor foi encontrado boiando nas águas do “Rio Piancó”.

acusado

A Polícia Militar prendeu o acusado horas depois do crime. O agricultor Janilson Avelino Faustino, conhecido como Bague, de 21 anos, que dormia tranquilamente em sua casa, em Piancó, sertão do estado.

O acusado confessou a autoria do crime e que atraiu Michael para o rio e o atacou e depois jogou o garoto na água. “Eu pensei que ele não tinha morrido. Queria só dar um susto nele porque que tinha tirado umas coisas minhas e vivia zoando de mim, mas estou arrependido”, disse Bague.

De acordo com informações de populares, logo após o assassinato, o agressor disse em um bar da cidade, sem nenhum receio, que teria acabado de matar o jovem.

O corpo de Michael foi encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal), da cidade de Patos.

Foto: Folha do Vali

Do Diario do Sertão, com Folha do Vali

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Menina de 14 anos pode ter sido sequestrada no Manaíra por três homens; veja foto

Luana
Luana (Garota supostamente sequestrada)

Uma adolescente de 14 anos pode ter sido sequestrada na madrugada desta sexta-feira (5), por três homens, em uma bairro nobre da Capital, em João Pessoa.

A garota é identificada apenas por Luana e de acordo com familiares, os pais deram conta do desaparecimento da garota a partir 3h da madrugada.

Eles desesperados foram até a portaria e foram avisados que três homens estavam falando ao telefone, quando pegaram o carro da família e levaram a garota.

O porteiro do prédio, que fica na rua Edson Ramalho, no bairro do Manaíra disse que não avisou aos pais, porque a menina estava tranquila.

Até o início da manhã desta sexta Luana não teria sido encontrada, ela desapareceu em uma Picape Frontier, na cor prata.

Segundo informações do apresentador Samuka Duarte, do programa Correio Verdade disse que a menina voltou para casa, no final da manhã desta sexta.

Priscila Andrade, com Josenildo Gonçalves da Tv Correio

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Aconteceu no Sertão: Comerciante tira a roupa em Motel, larga acompanhante e sai andando nu deixando dívida de mais de R$ 3 mil

O Comerciante José de Pontes Neto, 35 anos, casado, residente na Avenida Pontes Vieira, em Fortaleza/CE, estava hospedado no Mondrian Motel, em Cajazeiras, quando resolveu sair nu do local e sem pagar a conta de R$3.434,00. O fato foi registrado na noite desta quarta-feira (03).

Um funcionário do referido motel acionou a Polícia informando o ocorrido, e uma viatura se deslocou até o local, onde instantes depois, o homem foi encontrado sem roupas e atrapalhando a passagem dos veículos pela PB 400.

A guarnição tentou conter o acusado que apresentava sintomas de embriagues, e teria possivelmente usado drogas, pois também estava muito agressivo.

O acusado estava com lesões pelo corpo, não se sabe o que o deiou ferido, ele depois de ser algemado foi colocado dentro de uma viatura do SAMU e em seguida levado para o Hospital de Cajazeiras onde passou a noite, e pela manhã de hoje (04), foi levado até a Delegacia de Polícia para as devidas providências.

O Acusado deixou vários objetos no motel, entre eles o seu automóvel, uma pequena quantidade de substância, possivelmente Cocaína, além de uma funcionaria da casa de Drinks "Babado Novo" que disse está apenas prestando serviços de acompanhante e viu quando o mesmo saiu só de toalha para o exterior do apartamento.

FOLHADOSERTAO com Informações do 6ºbpm

Homem é preso após abusar de menor no Cariri

Na tarde de quinta-feira (4), na cidade de Monteiro no Cariri paraibano, policiais vinculados à 4ª Delegacia Regional de Polícia Civil deram cumprimento a mandado de prisão expedido em desfavor de um homem acusado de abusar sexualmente de um menor.

A ordem judicial foi expedida pelo Juiz da Comarca local, após representação do Delegado Gilson Duarte. De acordo com a Autoridade Policial, que preside as investigações, a medida teve por finalidade assegurar a segurança da vítima, bem como evitar que novas práticas de crimes sexuais voltassem a ocorrer.

Maiores detalhes não foram divulgados, para preservar a identidade dos envolvidos e assegurar a conclusão da apuração.


Da Polícia Civil de Monteiro